I'm lost,I've gone to look for myself,if I should return before I get back,please ask myself to wait



Image Hosted by ImageShack.usImage Hosted by ImageShack.usImage Hosted by ImageShack.us


Protected By

Image Hosted by ImageShack.us
"He touched my heart with a thousand pleasures and broke it into million pieces."


''Ele tocou o meu coração com um milhar de prazeres e quebrou-o em milhões de pedaços. "

"Il a touché mon cœur mille plaisirs et s'est brisé en millions de pièces."

Tuesday, February 22, 2011

Psiu!

Psiu!
Quero um pouco de silêncio
Ouvir as palavras que traduzem meu coração
Em letras tão famintas
Levando minha alma a vaguear
Vestindo meu pensamento em esplendor de comunhão
Dando asas às palavras de Amor
Na realidade, ou ilusão
Psiu!
Quero deste silêncio tirar sentimentos sinceros
Enraizá-los na minha alma
Me doando um pouco mais do que sou
Quero ouvir as batidas, também, do teu coração
Que reproduzem palavras suaves
Essas mesmas...


Como se fossem águas cristalinas
Correndo em poemas
De tantas coisas que queremos dizer
Mas que não nos atrevemos
Talvez sejam ainda sentimentos aprisionados
Palavras sufocadas

Psiu!
Preciso tanto beber das palavras
Sentir o palpitar... ouvir os sussurros
Os gemidos de prazer
Quando as letras camufladas fazem amor
Entre milhões de definições
Psiu!
Eu vou ficar em silêncio,
No maior silêncio da minha alma
Entre as palavras
E a loucura do meu ser.
Rachel

Thursday, February 17, 2011

Fico nua.....

É noite,
Tiro a roupa e fico nua
Atiro os sapatos
Deixo as velas queimarem
Esqueço a música que esta tocando
E, no tempo sem ter tempo,
Viajo na terra dos dourados sonhos
Onde tudo acontece
Onde a utopia o sonho absorve
E a esperança... Em meu coração permanece
Descalça em cima de tapete de vidro
Rodopiando feliz...
Sempre fui boa atriz deste filme

Teu perfume, paira no ar, mistura-se ao meu aroma
Das velhas feridas que estão por sarar
Desato-me do pensamento
Afasto-me de mim,
No desejo de voltar novamente a me encaixar
Mas eu sigo confiante
Mesmo dançando um pouco errante
Despida tal qual a vida
O destino, vai urdindo a despedida
Desta dança em salão vazio
Antes que era de um coração sadio
Mas partiu tristonho
Destroçado por um único sonho
Já nem sinto meus pés
Estou simplesmente à deriva entre a razão e a loucura
Despida de amarras que me esmagam
Neste meu pequeno crepúsculo, da minha nudez
Em palavras que me arrepia a alma
Corda de violino que chora dor
Dança solitária
Em silêncio ancorado nas sombras da memória
Em sombras ocultas
De um velho e triste passado
======
(Importante, quem chora são as palavras)
Rachel

Monday, February 14, 2011

To all the loves of my life

Hoje folheando no livro da vida
Folhas amarelecidas algumas gastas da cor
Algumas são matrizes coloridas
Outras negras de dor
Removi pedaços do passado
Outros amores
Talvez outras vidas
São já textos de letras desbotadas
De poemas esquecidos
Entre um quadro de velhas vogais
Em uma fila de vírgulas,um pouco de exclamação
Entre varias perguntas
Que ainda hoje, faz triste este coração


Com certeza,hoje eu posso dizer
O tanto que eu amei...
E por mais que eu queira esquecer
De alguma forma,ainda do passado não me livrei
Entre tantas folhas neste livro
Alguma esta rasgada
Amarrotada..
Nem sei mais o que ela diz
Mas sei que é um poema inacabado
Queria acabar...
...Escrever nele um...
....sentimento...
Fazer com as letras algum movimento
Esvaiu-se a alegria
Ficou o movimento no pensamento
E a angustia,dor ,desilusão
Presa no peito
Com a solidão no coração
Mas eu continuarei minha busca
Sei que hei-de a encontrar
Pra esta alma acalmar
Roubarei as palavras tão preciosas
E em um poema sem letras
Em rastro de estrelas num verso demorado
Astros dançam este poema inacabado
Que ainda me prende
Na eternidade de uma folha do livro do passado
======
Happy Valentine's Day to all the loves of my life
Rachel

Monday, February 7, 2011

Grito de liberdade

Pela janela do meu quarto
Vejo la fora a neve cair
Balouça os ramos das árvores nuas
Ruge o vento em canto de triste harmonia
Caminha,uma alma solitária
Sombra que o desejo é me evadir
No coração traz triste calvário
De um vazio que arrasta consigo o medo
De um horizente nublado…
Na escadaria da vida
Dos sonhos diluídos em gotículas de cristal
Em imensidão do infinito
De um abismo solitário que me amedronta
Sinto me morder o dente siso
Da melancolia


Dos tristes olhos que me estão a observar
São vácuo dentro do meu ser
Daquela sombra que caminha de cabeça baixa.

Recostei-me na vidraça
Lancei novamente um olhar,e vi minha alma
Errante ali perdida
Subitamente,pra minha surpresa
Senti uma lágrima rolar pela minha face
Suave salgada...
Em rota adquirida se precipitou
No chão se desfez entre mim e a neve pura
O vento traiçoeiro que, soprando através da janela
Projectou esta sombra que me assombrava
Bradou uma voz como se fosse trovão
Em refugio do meu ''eu''
Era o anuncio da minha própria liberdade
Fechei a janela,corri as cortinas
Deixando as sombras no vazio a vaguear
Aqui dentro a lareira tem chama
E o amor me esta a chamar
Rachel


Tuesday, February 1, 2011

Entre o Sol e o Luar....

Hoje na poeira das nuvens
Iludida com sonhos
Hoje o vento soprou noutro sentido
Entre dunas que me abrigam
Nesta areia que me aquece o pensamento
Gravado nas linhas do destino
Ouvindo o murmúrio da suave brisa
Amálgama de segredos
Do tanto quanto eu vivo dividida
Entre o Sol e o Luar
Reinvento-me no calor dos teus braços
Queimando a dor que retrato
Choro-te na saudade que não muda
Talvez seja só por um dia
Porque te encontro na noite fria


Noite nua, sem lua....
Meu pensamento flutua, e te vigio pela janela
Esperando pelo avesso de sonhos apenas desejados
Onde nasceram sentimentos arranhados
Eu e o luar,
Em universo de loucura
De uma verdade que também é crua
Pois a mentira é apenas a ilusão
Fecho a cortina, fecho os olhos para os sonhos
Realidade é a rotina do sol a brilhar
Por tudo que sou agora e não existe nada lá fora
Além do que já existe dentro de mim
De braços abertos ao céu
Proclamo
Que a noite venha sem demora
Que te espero aqui
Para te poder voltar a amar
Rachel

Thursday, January 27, 2011

Obrigado Álvaro!

Recebi do meu amigo e poeta Álvaro, que eu tenho amado ler tanto no blog dele,como os livros que ele tem publicados
São pedaços de tesouros que estão juntos com outras jóias de livros que eu tenho!
Obrigado por esta maravilhosa oferta.....

Querido amigo Álvaro
Caminhamos nas vagas do destino
Abraçamos o mesmo sonho
Em letras encontramos um pouco de nós
Em laços de amizade
Somos meros aprendizes de almas que navegam sós.
A amizade é um forte elo que une pessoas
Não importa onde estamos
Tua amizade é rio correndo nas minhas veias
Obrigado....!

Pensamento:
Todos os poetas viveram ilusões,
Sonharam e tiveram fantasias!
Como os poetas,também sonhei
E como eles chorei amargamente

Tudo era névoa,tudo era fumo,
Tudo me fugiu e tudo morreu.
No alto do meu castelo de ilusões,
Escrevo os versos de todo o meu sonhar!

Sonhar de magoa e de saudade,
Sonhar de esperança...e de irrealidade,
De um sonho que teima em não chegar.

Sonho de ébrios loucuras e paixões,
Que inflamam e incendeiam
O coração num só momento
Álvaro Oliveira

Friday, January 21, 2011

Sonhos

Pinto e bordo os meus sonhos
Como campos de azuis borboletas
E com os pinceis das letras
Faço riachos prateados
Assim a poesia vai fluindo entre meus dedos
Como águas silenciadas
No céu multiplico as estrelas
Usando o véu noturno
Pinto a lua,
Que de tão alta beija o mar
Toda vaidosa e nua


Fantasiando meu mundo encantado,
Meu papel não é colorido
Nem tem notas de perfeita harmonia
Mas, se uso o pincel da utopia,
Entro em êxtase
Nesta minha profunda magia
Vendo meus olhos mais além do vão espaço
Onde percorro o mundo
Perfumada em solitária poesia
Com as letras que me vão guiando meus passos
Entrego-me nesta pura cumplicidade
Meus sonhos são rabiscos de pueris desenhos
Onde me dou de alma aberta
Lutando pelos sonhos
Que aguardo ansiosamente
Nos nostálgicos poemas das minhas letras
Rachel

Sunday, January 16, 2011

Horas mortas

Cansei,
Olhando o vazio pela janela
Sem perceber que o tempo não parava
Cansei de enganar meus olhos
Com um preço alto
Procurando razões perdidas
Da primavera que jamais voltava
Esgotei,os versos
Em meu silêncio corrupto
Tentando escrever aquilo que não digo
Em ultimo grito...
...Grito,em verso que doí e é tão maldito



Cansei, das horas mortas
De ficar a ver passar quem passa
Em irônico destino
De olhos imensos pra la de ali e além
Aceitando tão pouco
Vendo a vida voando,correndo sem ter aonde chegar
Neste fogo da minha insanidade
Quebro meu coração em mil pedaços
Deixando a minha alma a margem das palavras
De um esgotamento cansado.
Estou cansada de no palco a sós monologar!
O espectáculo acabou
Diluo o que fui,
O que não sei que sou e o que serei

Rachel

Monday, January 10, 2011

A noite ja morre!

Depois de uma brisa de vendaval
Em nevoeiro de tempestade
Em fragilidade da maresia de saudade
Entre o rubor da rosa encarnada
Sem cadeias,sem atalhos
Abro as portas do castelo imaginário
Quero eu, esta noite me perder
Entre o sugar as letras do teu corpo em poesia
Me enlaçar, entre a tela do teu pincel
E no meu ventre fazer magia
Me aninhar entre os teus braços de ternura
Descobrindo cada segredo, sobre o alfabeto da tua pele


Me embalar, como barco que anda ao abandono
Fazendo do teu corpo meu abrigo
Deixar-me prender a ti,
Em cada toque que trazes nos dedos
Um outro sentido, em montanhas por descobrir
Entre os ais e os mais íntimos gemidos
Que muito mais me fazem pedir
Respirando-te da tua boca a ansiedade
E tricotando os teus beijos
Entre a maré densa dos meus loucos desejos
Em um orgasmo de letras, pertenço a poesia e a mim
Resta-me assim....
Apenas despedir-me de mim
Me entregando ao poeta,que a lua vai alta e a noite ja morre.
Rachel

Friday, December 31, 2010

Adeus!

Talvez estejas surpreendido porque te estou a escrever
E porque a minha bagagem já esta pronta
Sim, tudo acabou no silencio arrefecido das noites profundas
Agora só me resta ultrapassar as colinas do musgo da inocência
E deixar os caminhos das encruzilhadas que cruzamos
Juntos contornamos o vazio dos abismos
Fugimos as armadilhas do destino
No silencio das noites longas de insônia
Me deste a mão, e ficamos acordados lado a lado
Me prometeste areias remotas dos desertos
Me envolvendo em teus braços de falsa identidade
Em cada dia vi a luz de velhas tochas
E acreditei, sim, acreditei que seria contigo feliz
Mas por vezes a poeira das velhas ilusões
São ventanias nos vales do passado.
Tu sabias que o meu tempo estava a chegar
Por mais que eu te tenha amado
Estas fazendo parte de um recente,mas já passado
E por mais que eu chore por aquilo que esta destinado à escuridão

Me desculpa, mas hoje abro a sepultura eterna do coração
E fecho numa concha obscura
Todas as lágrimas que juntos derramamos
Tão perto e tão longe foste do que serias o verdadeiro
Mas me deixaste mergulhar demais nas margens de um rio cansado
Sei que temos tantas glórias e vitórias
E todos aqueles sonhos,
Sonhos que construímos entre uma porta entreaberta
Mas que nunca foram concretizados
Adeus, te deixo um beijo debruçado sobre as asas da
madrugada
Contigo fica os segredos ocultados,
Que são tão nossos
São fogo saciando os desejos,
Das sementes que plantaste suave no meu ventre
Pois sei que vou amar novamente
E neste adeus pra sempre,
Teço um rosário de eterna e novas esperanças
Por favor,não tentes me segurar contigo
Tudo acabou, esta tudo acabado
Adeus meu ano de 2010
========
Feliz ano de 2011 pra todas as almas que voam em meu castelo encantado.
Rachel

Friday, December 17, 2010

Então é Natal

Quem me roubou o perfume,
Dos Natais de outrora
Quem me deixou assim tão cansada
Me colocando esta mascara tristemente
Quem já não me conta as historias de tempos perdidos
Quem já não me fala das luzes de Natal
Quem me escondeu em um mundo de tantos medos
Quem me viu partir em um manto de mágoa.

Quem me cobriu com o manto da saudade
Quem me deu o ar de envelhecido
Quem foi que roubou a minha tranquilidade
Quem me roubou as asas para voar
Quem me perdeu neste mundo tão apodrecido
Quem me fez a bagagem tão pesada
Quem falou que a vida seria só uma passagem
Quem me falou sem nada ter dito
Quem tentou me calar o meu maldito grito

Quem me abriu as portas da realidade
E não me deixou ficar na utopia da vida
Quem me vestiu em tantas ilusões
Me falando tão cruel e perverso ao ouvido
Quem usou a mentira tão selvática
E fez desta quadra festiva umas festas de hipocrisia
Quem falou que tudo seria tão maravilhoso
Usando as palavras tão fáceis
Fazendo as crianças que não tem lar nem comida
Coitadas que precisam de acreditar
Em um sonho de outra vida

Quem fala que o menino Jesus faz anos
E o Natal é tempo de lhe fazer uma festa de amor
Se ele nem convidado ainda foi
Quem se aproveita dos mais carentes e fracos
Quem lembra mais a dor dos pedintes
Quem humilha mais o velhinho a criança e o drogado
Ou a mulher que vende a alma ao diabo
Que já nem vida ela tem
Quem será que é vitima nesta quadra de Natal
Quem será o senhor ou será escravo
será aquele que se deixa enganar
Ou será aquele que ainda anda enganado

Então é Natal,
Abandono a cena, esta não é a minha peça
Estou cansada e sem enredo para fazer esta festa
Sem me enganar, como hei de me representar
Espero, espero a resposta da vida
Olho pela vidraça é a neve começou a cair
Como me chamando para a peça que nada tem de real
E em cada gota de neve me conta uma historia
De um fracasso, absolutamente natural
O espetáculo do Natal
Que faz mais miserável e triste quem nada tem na vida
Mas a todos eu desejo
Paz, saúde, amor, felicidade e muita luz
Neste Natal da vida!
Rachel